Coronavirus, o futebol caminha na tangente da normalidade

No período em que o mundo está confinado em casa, no ano em que o Coronavirus atrapalhou o nosso estilo de vida, no primeiro resfriado deste apertado final de 2020, quando o futebol profissional tenta sobreviver, e o futebol amador tinha a dizer basta, há quem ainda consiga fazer o seu próprio negócio, caminhando na tangente da normalidade, evitando problemas como se fossem poças.

Não há necessidade de explicar, de articular discursos: basta dar o exemplo do que aconteceu com Brozović, que ficou positivo para o Coronavirus na seleção nacional; onde seu companheiro de equipe Vida havia jogado a partida da Croácia contra a Turquia, e depois foi substituído porque seu exame deu positivo. Tudo isso é possível? Com certeza que sim! E se não houver possibilidade de conter o vírus ou confiná-lo a uma bolha, será impossível devido à forma como o futebol europeu está estruturado.

A FIFA tem seus compromissos, os patrocinadores nacionais para apoiar, pois a economia deve girar, de forma substancialmente prioritária e no que diz respeito à pandemia só resta ser administrada.

Misturar times e jogadores, de todas as partes do mundo, para depois fazer com que eles voltem à base, e retomem substancialmente e ninguém se surpreende se vai ser algo positivo por muito tempo, afinal não é um exemplo, é apenas futebol, que para é um show e seu pensamento é de que o show tem que continuar.

Mas deve fazê-lo com segurança, a segurança que falta agora, causa dúvidas e a falta de bom senso que se desvanece, por causa das oportunidades habituais a serem aproveitadas.